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“Extensão universitária se encontra com o movimento de Cidades Educadoras”, diz especialista

Publicado em Quarta, 11 de Setembro de 2019, 11h59 | por Assessoria de Comunicação | Voltar à página anterior

O IF Farroupilha promoveu a palestra ‘Territórios educativos no marco das cidades educadoras’ na última sexta-feira (6), no Auditório da Reitoria. Na sua fala, o professor Márcio Tascheto da Silva, relacionou a extensão e o movimento das Cidades Educadoras. A palestra pode ser assistida na íntegra pela internet.

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Foto: Márcio Tascheto da Silva fala sobre extensão universitária e Cidades Educadoras no Auditório da Reitoria do IFFar

De acordo com a coordenadora de Ações Inclusivas do IFFar, Fernanda Machado, a ideia de 'Cidades Educadoras' surgiu em 1990, por ocasião do I Congresso Internacional de Cidades Educadoras, em Barcelona, na Espanha. No evento, um grupo de cidades colocou como objetivo comum trabalhar conjuntamente em projetos e atividades para melhorar a qualidade de vida dos habitantes. Os dirigentes locais assumiram o compromisso de fazer da cidade um espaço de formação cidadã.

O professor da Universidade Franciscana (UFN) e da Universidade de Passo Fundo (UPF), Márcio Tascheto da Silva, explicou que todas as cidades acabam por se constituir em um espaço educativo. As Cidades Educadoras, por sua vez, são cidades que intencionalmente se definem como tal e implantam medidas e projetos para atingir tal objetivo.

Para o palestrante, a “a extensão universitária se encontra com o movimento de Cidades Educadoras”. Por meio da extensão, as escolas e universidades podem sair de seus espaços tradicionais e transformar espaços da cidade em locais de aprendizagem. Márcio também disse que a extensão é uma oportunidade de fazer pedagogia integrada à sociedade.

Para que a extensão se efetive como uma ferramenta de transformação de cidades em locais de aprendizagem, de acordo com o professor Márcio Tascheto, é preciso romper com o modelo de extensão como uma transferência de conhecimentos e tecnologias da universidade para a sociedade. Ele defende um modelo baseado no diálogo e na ideia de extensão como um processo acadêmico definido e efetivado em função das exigências da realidade.

A reitora do IF Farroupilha, professora Carla Jardim, disse na abertura do evento que “o conceito de Cidades Educadoras se articula e dialoga intimamente com conceito de educação que o IFFar entende e pratica”. Para ela, a instituição oferece uma educação integral, emancipatória, libertadora e cidadã que não se limita aos conhecimentos técnicos de sala de aula.

A palestra ‘Territórios educativos no marco das cidades educadoras’ pode ser assistida na íntegra através da página no Youtube da WebTV do IFFar.

Princípios fundamentais das Cidades Educadoras

O professor Márcio Tascheto da Silva apresentou os princípios fundamentais estabelecidos pela Carta das Cidades Educadoras. São eles:

  • Educação para a diversidade e a cooperação internacional;
  • Desenvolvimento de uma política educativa municipal ampla;
  • Colaboração inter-administrativa;
  • Preservar e difundir a identidade da cidade;
  • Potencializar o intercâmbio entre cidades;
  • Infância e juventude como construtora da cidade;
  • Cuidar da qualidade dos espaços, infraestruturas e serviços;
  • Fomento da informação e do associativismo;
  • Qualidade de vida como objetivo;
  • Integração intergeracional.

Café com Inclusão - a atividade foi promovida através do Café com Inclusão. O projeto é uma iniciativa da Coordenação de Ações Inclusivas do IFFar que objetiva promover discussões sobre diversas temáticas entre os servidores da instituição. A próxima a palestra ocorre já nesta sexta-feira (13), às 14h30, no Auditório da reitoria, com o tema 'Divisão Sexual do Trabalho'. A palestrante será a professora Aline Adams, do Campus São Borja. A edição anterior do Café com Inclusão ocorreu no dia 27 e teve como tema 'Masculinidade tóxica e novas masculinidades'.

Secom

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