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IFFar aprova projeto em edital da Fapergs em conjunto com o SUS

Publicado em Segunda, 18 de Janeiro de 2021, 09h58 | por Assessoria de Comunicação | Voltar à página anterior

Servidores do IFFar, em conjunto com a Secretaria Estadual de Saúde, aprovaram um projeto no edital da Fapergs “Programa de Pesquisa para o SUS: Gestão Compartilhada em Saúde”. O projeto propõe uma nova metodologia de monitoramento dos indicadores entomoepidemiológicos de risco para circulação de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

O edital, promovido pelo Sistema Único de Saúde - SUS em conjunto com a Fapergs, teve como objetivo apoiar projetos de pesquisa que promovam a melhoria da qualidade da atenção à saúde em temas prioritários para o Rio Grande do Sul, contribuindo para o desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (CT&IS).

O projeto, intitulado “Avaliação de Índices Entomoepidemiológicos de Aedes (Stegomyiaaegypti (Linnaeus, 1726) (Diptera: Culicidae) obtidos por meio Ovitrampas em áreas urbanas da região Noroeste do Rio Grande do Sul, Brasil”, se enquadrou na linha temática de Desenvolvimento, monitoramento e avaliação de Tecnologias em Saúde. A linha de pesquisa seguida será a de Desenvolvimento de produtos e outras estratégias para a diminuição da transmissão de doenças pelo Aedes aegypti: dengue, febre amarela, zika e chikungunya.

O objetivo do projeto é propor uma nova metodologia de monitoramento dos indicadores entomoepidemiológicos de risco para circulação das arboviroses urbanas (dengue, zika e chikungunya) transmitidas pelo Ae. aegypti em municípios considerados infestados pelo vetor. A hipótese dos pesquisadores é que a metodologia utilizada pelos agentes de saúde, que visitam as residências a procura de focos do Ae. Aegypti, pode ser otimizada a partir do emprego de ovitrampas. Gerson explica que, atualmente, os agentes fazem procura ativa do vetor em criadouros naturais, mas, muitas vezes, os vetores são de difícil acesso ou não são visualizados.

O projeto obteve o financiamento no valor de R$ 70.825,00. A expectativa é que o projeto tenha início entre fevereiro e março de 2021, mediante disponibilidade orçamentária. A duração será de 2 anos.

Segundo Gerson, a partir dos resultados gerados, “esperamos obter um indicador entomoepidemiológico mais acurado e fidedigno para instrumentalizar a tomada de decisões na alocação de recursos humanos e ações para diminuir a infestação do Ae. aegypti, evitando ou reduzindo o número de casos das arboviroses urbanas dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana em municípios infestados pelo vetor”.

Caso se mostre efetiva, a metodologia proposta pelo projeto deverá ser adotada, inicialmente, nas rotinas de monitoramento do Ae. aegypti em municípios do Rio Grande do Sul e, posteriormente, poderá ser adotada pelo Ministério da Saúde e aplicada em todo o país.

O projeto, realizado em colaboração com a Secretaria Estadual de Saúde, contará com uma bolsa de iniciação científica para um estudante do Ensino Superior.

A equipe executora do projeto é composta pelo professor do IFFar, Gerson Azulim Muller (coordenador), pela servidora TAE do IFFar, Versiéri Oliveira de Almeida (coordenadora substituta), pela professora do IFFar, Daniela Copetti Santos, pelo servidor da Secretaria Estadual de Saúde – 17ª Coordenadoria Regional da Saúde, Marcelo de Moura Lima, e pela aluna do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IFFar, Ohana Taíse dos Santos.

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